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Mostrando postagens de dezembro, 2024

recesso

 1- coloque as atividades em dia. 2- indiquem obras para as leituras dramáticas 3- voltamos dia 13 de janeiro.

LEITURA DRAMÁTICA

 SUGESTOES 1- PELO MENOS 4 OBRAS 2- UMA, A PARTIR DO LIVRO O_Macho_Desnudo_Roteiros_Cênicos_para_Desconstrução_do_Masculino link:  (23) O Macho Desnudo: Roteiros Cênicos para Desconstrução do Masculino | Marcus Mota - Academia.edu 2- outra, de  Elfriede Jelinek link:  Dossiê Elfriede Jelinek | Dramaturgias https://periodicos.unb.br/index.php/dramaturgias/article/view/55909#:~:text=https%3A//periodicos.unb.br/index.php/dramaturgias/article/view/55909 

Aula 16/12

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Tarefa Mãe Coragem Adaptada

  CENA 3 - MÃE CORAGEM E SEUS FILHOS - ADAPTADA Um bairro de periferia durante uma crise econômica. Mãe Coragem é agora uma vendedora ambulante de comida, acompanhada de seus filhos, Kalle (equivalente ao Eilif), Jonas (equivalente ao Queijinho) e Sofia (equivalente à Kattrin). Eles estão em um ponto de ônibus improvisado, onde pessoas esperam transporte para trabalhos precários em um grande centro urbano. A cena aborda a luta pela sobrevivência em meio à informalidade e precarização do trabalho. Personagens MÃE CORAGEM : Uma mulher forte, pragmática, dona de um carrinho de lanche onde vende marmitas. KALI : O filho mais velho, esperto e ambicioso, que sonha em ganhar dinheiro rápido. JONAS : O filho do meio, tímido e responsável, que cuida do dinheiro das vendas. SOFIA : A filha mais nova, surda-muda, mas expressiva e sensível. CLIENTES : Trabalhadores em situação vulnerável que discutem a falta de oportunidades. RECRUTADO...

Tarefa - Esquete Monty Phyton

Título do Esquete: O Papagaio Morto Lista de Personagens: CLIENTE : Um homem frustrado, com um papagaio morto. Sempre irritado, usa gestos amplos e voz alterada mostrando irritação e ironia. VENDEDOR : Um atendente de loja brincalhão. Sempre calmo e evasivo. Suas ações tentam minimizar o problema . Objetos de Cena: ·         Uma gaiola com um papagaio de borracha ou brinquedo. ·         Prateleiras com caixas e potes ao fundo. ·         Sino na porta, cigarro. ·         Caixa registradora no balcão. Marcações Importantes: ·         Uso repetitivo da gaiola e do papagaio como objeto cômico central. Macro Rubrica Inicial: ( Uma loja de animais. A cena começa com foco em um aquário e a câmera vai se afastando. Prateleiras com caixas pequenas, um balcão com uma caixa registradora em cima. Um sin...

TAREFA VII - Adaptação

 Para a próxima aula, trazer uma adaptação da cena 3 de A mãe Coragem , de Brecht. Este será o último tópico de escrita cênica. Depois vamos trabalhar, na volta em janeiro, de preparar e realizar uma leitura dramática. Para acesso ao texto, link: https://acessograduacao.ufrj.br/processos/2012-1/2012-the/programas-e-instrucoes-para-o-the-2012/2012-THE-Mae%20Coragem%20e%20Seus%20Filhos%20-%20Bertolt%20Brecht.pdf O texto está entre as páginas 194 e 217.

página com transcrição dos esquete de MOnty Python

 Link: https://www.ibras.dk/montypython/justthewords.htm

Tarefa 6 - Talita

Transcrição da esquete - Monty Phyton - Cheese Shop (Loja de queijos) Interior de uma loja de queijos. Nas paredes, estantes com várias embalagens de queijo, mas nenhum conteúdo a mostra.   Ao lado da porta, uma banda de três homens, todos de terno, bigode e chapéu preto. Um toca bandolim enquanto os outros dois dançam, com um braço cruzado ao do outro, colocando uma perna de cada vez pra frente.  Um cliente entra bem vestido, de roupa social. Ele olha pros lados, como quem se pergunta para quem e porquê os homens tocam aquilo.  O cliente dá alguns passos em direção ao balcão, que tem um sino e uma cúpula de vidro vazia em sua superfície.  Ele olha pros lados novamente, toca o sino e um vendedor uniformizado aparece. VENDEDOR - Bom dia, senhor. CLIENTE -  Bom dia. Estava eu sentado à biblioteca pública na rua Thurmon agora mesmo, folheando ‘Rogue Herries’ de Horace Walpole, quando repentinamente senti-me afaimado. VENDEDOR - Afaimado, senhor? (pergunta confuso) ...

Tarefa VI - Nayara

  Tarefa VI – Transcrição de esquete (Nayara Lima)   Loja de Queijos   (A cena se passa em uma loja de queijos. Ainda é dia. Um grupo toca e dança uma música tradicional em volume alto. Entra em cena um homem alto, vestindo roupas elegantes, com um vocabulário bastante formal. O homem dirige-se ao balcão em busca de atendimento. Ele toca o sino. Entra o atendente) Homem 1 – Bom dia, senhor. Homem 2 – Bom dia. Eu estava sentado agora mesmo na biblioteca pública, folheando uma revista, até que de repente me senti afaimado. Homem 1 – Afaimado, senhor? Homem 2 – Famélico. Homem 1 – Hã? Homem 2 – Morrendo de fome! (Fala com certa impaciência) Homem 1 – Há! Com fome! Homem 2 – Exato, então pensei comigo mesmo, um pouco de coalho fermentado vai resolver o meu problema. Então encurtei minha leitura e infiltrei-me em seu estabelecimento. A fim de negociar a venda de alguns comestíveis queijais. Homem 1 – Volte sempre. Homem 2 – Eu quero comprar queijo...

Tarefas até aqui solicitadas

1- Marcas performativas 2- Referências de Ricardo III 3- Roteiro diagramático 4- Falas rubricadas 5- Dramaturgia do real 6- Transcrição esquete  

Lembrando atividades do curso

Retomando o programa, o curso foi desenhado para oferecer processos, técnicas e conhecimento básico para o uso em sala de aula, para aproximação entre jovens estudantes e experiências cênicas básicas a partir da leitura e fruição de textos. Temos pois, sem a tentativa de algo básico, noções fundamentais que se aprendem a partir de exercícios em sala e tarefas extra classe. Para tanto, enfocamos: 1- análise de textos dramáticos 2- escrita de textos cenicamente orientados 3- leitura dramática; Os dois primeiros tópicos tem sido trabalhados e o serão até o último encontro desse ano, dia 18 de dezembro. A partir de janeiro, voltamos com foco em leituras dramáticas.

MONTY PHYTON

 O que é: Grupo inglês de comédia, que , entre outras coisas, revolucionou o humor por meio da série televisiva Monty Python's Flying Circus, que foi ao ar entre 1960 e 1974. Foi formando por um grupo de estudantes universitários que em clubes de comédia se uniu, buscando uma análise não convencional e crítica da sociedade britânica pós-segunda guerra.  No Brasil, a série passou na tv nos anos 70, sendo determinanante para novas propostas de humor, que já não se valiam de bordões (punchlines) e tipos, e sim de ruptura com referências tradicionais.  Em 1874 foi formado o grupo Asdrubal trouxe o trombone, que se valeu de Monty Phyton, especialemente em interpretações mais cotidianas, antidramaturgia e trabalho coletivo de criação. Entre os nomes do Asdrubal temos Hamilton Vaz Pereira, Regina Casé, Luiz Fernando Guimarães, Evandro Mesquita, entre outros. Desse esforço do Asdrubal, e a partir dele foi desenvolvido um humor anárquico chamado de besteirol, com figuras como...

Tarefa VI. Transcrição esquete

 Treinando escrita cênica por meio de transcrição de esquetes. 1- primeiro assistir o vídeo para compreender , se familiarizar com o material registrado. 2- segundo, identificar os elementos dramáticos básicos: espaço, agentes, ações, objetos de cena. 3- terceiro. iniciar a transcrição. Seguir a sequência dos eventos registrados no vídeo. 4- quarto: revisar a transcrição, seguindo o formato: título do esquete Lista de personagens Macro rubrica inicial Personagens em caixa alta Incluir rubricas internas de movimento, marcação emocional, contracenação (para quem o agente se dirige), entrada e saída de agentes, uso de objetos de cena, etc. Repertório como ponto de partida: Esquetes do Monty Python No youtube há vários deles, legendados. Todos estão disponíveis no Netflix Link/: https://www.youtube.com/watch?v=5DkWvru_USk

Uriel - Roteiro do real

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  Cena I - Planejamento Noite. Um lustre ilumina o palco. Dois anões entram em cena, ambos utilizando um sobretudo cinza azulado que arrasta no chão, um chapéu coco cinza, óculos de sol, e um cigarro na orelha. Eles ficam em lados opostos do poste, e ao mesmo tempo, tiram um jornal do bolso, fingindo ler. Éder : Você imagina que o relatório será publicado quando? Carlos : 3a ou 4a. O Valdemar pediu a tabela com votos por UF, Bolsonaro e Lula, só nas urnas 2020.  Éder : Puxa um caixa eletrônico da Caixa Econômica.  Isso que estou fazendo agora para o Márcio. 10 minutos.  Carlos : Beleza, obrigado.  Éder : Aperta o número 22 no teclado, a tela brilha em vermelho e apita: código de erro 22 . Ele conta os "votos" em um papel. A luz do lustre apaga lentamente, com a tela da "urna" piscando ocasionalmente. Cena II - Execução Noite. Um lustre ilumina o palco. Dois anões, Éden e Carlos, com o mesmo figurino, entram em cena, caminham até um salão e sentam na cadeira do b...

Roteiro diagramático II

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tarefa - roteiro do real

  Cena 1 – Estacionamento Noite. Um estacionamento meio vazio. O mandante da quadrilha e os comparsas conversam e planejam o sequestro do rei. 01: ( Falando ao walkie-talkie ) "Estamos na posição, no final do estacionamento. Avistamos o carro real." Mandante: ( Respondendo com determinação ) "Entendido, 01. Prossegue para o ‘resgate’. Estamos sem margem para erro." 01 revisa o mapa rapidamente e joga no banco ao lado, guarda o walkie-talkie no bolso e sai do carro com seus comparsas, com um olhar atento. Sons de motores ao fundo sugerem que a missão está em andamento. Cena 2 – Reunião Tensa Anoitecer. Um escritório, com mesas cheias de papéis e laptops abertos. Um quadro branco ao fundo com anotações e gráficos. Relatórios espalhados sobre a mesa principal, um projetor e canecas de café. Um debate intenso sobre as ações e estratégias da operação policial sobre o caso está acontecendo. Pessoas correendo estressadas segurando pastas de arquivos. ...

Dramaturgia do real

 1- Preparação. Estudo de fontes a partir de acontecimentos, experiências sociais, coletivas e individuais.  Entrevistas, depoimentos, processos jurídicos, vídeos. 2- Aplicação de técnicas de dramaturgia: roteirização, espacialização, construção de personagens, confrontações.  Temas entrelaçados: Teatro documentário Teatro da Memória Bibliografia SOLER, Marcelo. Teatro documentário: A pedagogia da não ficção . São Paulo: Hucitec, 2010. Dossiê Revista Epherera. https://periodicos.ufop.br/ephemera/issue/view/427 SAISON, Maryvonne. Les théâtres du réel – Pratiques de la répresentation dans le théâtre contemporain. Paris: L'Harmattan, 1998. SOUZA, Fernanda Azevedo Correia. A atualidade do teatro documentário: Percurso histórico e estudo do trabalho cênico Morro como um país. Dissertação de Mestrado. Unesp, 2018.

Tarefa V EM DRAMATURGIA DO REAL

 1- Baixar o relatório da polícia Link: https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/11/relatorio-pf-tentativa-de-golpe.pdf 2- Escolher transcrições de diálogos. 3- Propor três cenas encadeadas a partir do conteúdo verbal das transcrições registradas no relatório. 4- para as cenas, propor espaço, objetos, agentes, ações. 5- escrever em forma de texto teatral/roteiro. 6- postar as cenas aqui no blog

relatorio policia federal 8 janeiro

 https://www.conjur.com.br/2024-nov-26/alexandre-retira-sigilo-de-relatorio-da-pf-sobre-tentativa-de-golpe-leia-a-integra/ 

Exercício I - Roteiro diagramático

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Nayara - Exercício de exposição do Hugo Rodas

 Cenas  As três cenas passam-se em um único espaço/tempo. Em uma exposição, em homenagem a um grande dramaturgo, um casal se encontra e passa a observar as obras. Existem manequins posicionados por todo o espaço, que é amplo. As paredes claras refletem a luz do dia. Cada manequim veste um figurino de uma obra do dramaturgo.  Cena I O casal entra junto no salão, com o ar de apaixonados. Eles caminham pelo espaço de mãos dadas e observam as roupas com atenção. De repente, param em frente a um sobretudo antigo, na cor marrom. Aquela peça os chama a atenção. Eles observam.  Cena II Entra uma estudante organizando as peças expostas e caminha em direção ao casal. Ela conta algumas curiosidades sobre a peça, que é muito antiga e a mais importante da exposição. Até que percebe que no sobretudo falta um botão. Algo trágico. O sobretudo é valiosíssimo. A mulher se desespera, começa a olhar ao redor, e sem achar o botão, se põe a chorar. O casal a observa, totalmente sem reação...

Uriel - Exercício exposição Hugo Rodas

 Cena I Um casal entra de mão dadas em uma exposição de figurinos. Ambos estão estranhamente alegres, eles andam pelo local muito entusiasmados, veem o jardim ensolarado, a palestra sendo dada ao lado, os estudantes escrevendo em uma mesa, e começam a gritar e pular de alegria. Os palestrantes olham para o casal de forma incomodada, mas seguem com a palestra, os estudantes ficam encarando por um tempo, mas voltam a estudar. O casal começa a olhar em volta, cheios de risinhos, pulinhos, sem se importarem com o barulho que causam.  Cena II  Ainda na exposição, o casal começa a brincar com os figurinos nos manequins, passando as roupas de um boneco para outro, vestindo-as eles mesmos, bagunçando as poses dos manequins, enquanto todos em volta olham horrorizados, mas tentam ignorar. O casal alcança o vestido de noiva e tenta tirar o véu, porém, o manequim dá um tapa na mão deles e sai correndo da exposição. Os manequins com roupas mais tradicionais começam a valsar na sala, o...

Exercício da exposição Hugo

Cena I Museu, tarde, palestra ao fundo. Uma moça observa os manequins da exposição com certa emoção no olhar. Ela anda por entre eles, presta atenção aos detalhes, cores, e estilos. Todos os figurinos têm cores vibrantes, fru-frus extravagantes e alguma nudez. Um em específico chama mais sua atenção: o manequim vestido apenas com uma saia longa, colares e adesivos nos mamilos. Cena II Um rapaz percebe que ela está emocionada e se aproxima, pergunta o que houve e também observa o mesmo manequim a frente. Ela responde que costumava trabalhar como dançarina burlesca em um bar, com roupas como aquela, mas odiava... precisava se sustentar de alguma forma. Ao fundo, é citado este mesmo figurino na palestra. Os dois se viram e vão até lá.  Cena III Porém, para sua surpresa, uma foto sua no palco, semi-nua, estava no slide como demonstração da roupa. Lembrar deste não tão distante passado sendo mostrado ao público fez a moça desmaiar no ombro do rapaz. Então, todos se viram para observar. ...