Aula 25/11
Aula 25/11
Aluna: Nayara Lima
Exercício 1 – Falas rubricadas
Cena I
Em uma parada de ônibus,
dois amigos conversam, até que chega um assaltante. Sons de trânsito. Um amigo
pergunta para o outro onde ele está indo, o outro responde que para casa. Nesse
momento chega um assaltante pedindo para que os dois passem o celular, porém de
forma muito educada, utilizando as palavras por favor e por gentileza, o que gera
um estranhamento nos jovens. Eles começam a se questionar sobre a seriedade do
assalto com o assaltante, que nesse momento puxa uma arma.
Cena II
Ainda na parada de
ônibus, durante o assalto, aparece uma senhora. A senhora ao observar a
movimentação de longe, chega devagar e começa a bater no homem armado com uma
bolsa pequena. Enquanto isso ela passa lições de moral, como se conhecesse o
homem. A senhora em determinado momento da ação diz que está muito decepcionada
com a atitude de Marcelo (assaltante) e que ele deveria estar na escola, pois
ela conhece sua família. Marcelo pede desculpas aos jovens e vai embora
chorando.
Cena III
Em um ônibus para uma
cidade qualquer, dois jovens e a senhora conversam. Após Marcelo ir embora,
chega o ônibus que levará todos para o seu destino. Os dois jovens e a senhora
entram no ônibus e os meninos agradecem a mulher pela ajuda.
Exercício 2
Estacionamento de uma festa. Dois
jovens, homem e mulher, estão parados na frente da portaria. Ela aparenta estar
irritada, e ele tenta conversar com ela, mas sem sucesso. Algumas pessoas ao
redor passam e percebem a situação.
A jovem após um tempo em silêncio
questiona o porquê do homem estar usando o seu casaco novo, que foi bastante
caro, e o jovem responde que combinou mais com ele. Ela diz que está muito
chateada por ter sujado ele com uma bebida. Então ela se levanta e caminha até
a beira do lago que havia na frente do grande estacionamento. Para e fica
olhando as luzes refletidas na água e para as flores do canteiro ao lado. Havia
um caminho de pedras largas entre o lago e o canteiro.
O homem pergunta se a mulher está
bem, pede pra ela não ficar cachetada, tenta consolá-la, mas ela segue sem responder
nada, com o corpo virado para o canteiro, olhando o lago e as flores. Ele olha
para ela, olha pras flores, olha pra ela, e se levanta, caminhando em direção ao
canteiro. Sobe nas pedras largas no caminho, se estica para pegar a flor mais
bela e tropeça, caindo na água. Ele bate a cabeça e fica inconsciente, boiando
na água. Ela se levanta, se aproxima dele, olha para os lados conferindo se há
alguém, entra na água, tira o casaco do corpo dele, veste e vai embora.
Exercício 3
Salão de beleza. Uma fileira de 3
cadeiras, uma ao lado da outra, no meio do palco. Uma cabelereira arruma o
ambiente para receber clientes. Entra uma mulher, com seus cabelos longos que quase
tocam o chão. Ela pede uma descoloração global (o cabelo todo) e diz que
precisa ser feito rápido, pois tem compromisso urgente. A cabeleireira a olha
desacreditada e começa a rir, balançando a cabeça negativamente. A cliente então
diz que não era palhaça e não sabia que aquele lugar era um circo. O fundo de
cena muda, revelando na verdade uma arena. A luz da plateia se acende e a
mulher observa que de fato está no circo, no meio de uma apresentação. Barulho
de risadas. A então cabeleireira pula num repente, mudando de figurino, agora
usando um vestido vermelho. Ela começa a cantar uma música em inglês, porém muito
desafinada. A outra mulher olha, primeiramente incrédula, e logo em sequência
puxa um vestido vermelho, igual ao outro, veste-o e começa a sapatear. As duas começam
uma coreografia um tanto desengonçada, uma puxando o braço da outra, indo pra frente
e trás, cantando e dançando. Sons de risadas da plateia.
Exercício 4
Quatro personagens acordam em uma
garagem de uma casa abandonada e se perguntam o que está acontecendo.
Uma mulher acorda desnorteada e
se pergunta aonde está. Começa a olhar ao redor, vê rostos estranhos, ela não se
lembra de como foi parar ali. Como a procurar o seu celular, que estava em sua
bolsa, mas não encontra. Foi roubada. Ela se desespera, levanta, anda de um
lado pro outro, com ar de agonia. A cabeça dela está doendo, resultado de uma
noite anterior regada a muita bebida. Outra mulher começa a olhá-la e forma
intrigante. Ela se pergunta o porquê. Essa moça estava olhando não só ela, mas
a todos, com o mesmo olhar. Ela estava julgando o cabelo de um, a roupa de
outro e as unhas de outro. Ela não queria saber como foi parar ali, sua cabeça
viajava apenas com pensamentos de julgamento. Por que ela, uma madame de alta
classe, estava naquele lugar nojento? Mais uma pessoa acorda, dessa vez, um
homem. Ele observa o espaço e as pessoas, e se mantém calmo. Senta em uma
posição de pernas cruzadas e começa a respirar fundo, meditando. As mulheres o
julgam, ele segue respirando fundo.
A quarta pessoa também acorda e
aparenta saber onde está. Como se já tivesse passado por essa situação antes. Com
calma, anda no espaço e encontra uma janela fechada, começa a tentar abrir,
porém sem sucesso. Os outros observam intrigados. A partir desse momento, todos
passam a procurar possíveis saídas, porém sem nenhum tipo de comunicação direta
um com o outro. Está calor, as duas mulheres com ar de agitação e mau humor, e os
dois homens calmos e tranquilos. O último homem que acordou tira o que aparenta
ser uma tampa do chão. Então é revelada uma escada que leva ao andar
subterrâneo. Todos descem um por um. A madame fica relutante e com nojo, mas
também desce.
Chegando ao andar, encontram uma
mesa com várias ferramentas em cima. A primeira mulher que acordou é a primeira
a correr para pegar alguma coisa. Quando levanta um martelo de cima da mesa,
percebe o mesmo é leve demais. Ela pega um dos elementos e o joga no chão,
quebrando em pedacinhos. Entende, então, que tudo é de brinquedo.
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